sábado, 3 de outubro de 2009

Como escolher um filme

Dicas dadas por: Madson Hudson e Bruno Ondei, para a revista Atrevida.
  • Pense primeiro na proposta do filem, no que ele quer dizer. Não ache que um fimlme d ehumor tenha que passar uma "mensagem de vida", pois a proposta dele era só fazer rir. Se comseguiu, ele ´bom. Já um filme que se propõe a ser "cabeça", deve lhe fazer sair do cinema pensando, e muito na história. Se isso não acontecer, ele não cumpriu sua função. E os de amor, então??? Se, no final da história você ficar pensando em qualquer outra coisa, pode se dizer que ele é ruim.
  • Antes de assistir a um filme, procure mais informações:
  1. Quem dirigiu? Que outros filmes esse mesmo diretor já fez?
  2. Ele é baseado em algum livro?
  3. Em que ano foi gravado?
  4. Quem são os atores principais?
  5. Como é a história?
Cuidado só pra não saber o final da história.
  • Assista quantos filmes puder, assim, terá mais argumentos para fazer comparações, e explicar a alguém com o que o filme se parece. E claro procure saber a opinião de outras pessoal, principalmente dos críticos de cinema, muitos deles possuem blogs e escrevem para grandes veiculos de comunicação.
  • Cuidado com as criticas feitas sobre os filmes baseados em livros. Lembre-se que são linguagens diferentes e ocinema tem que ser mais dinâmico.
Pra dar uma ajudinha uma lista com o s 10 melhores clássicos
  1. Cantando na chuva. Diretor: Gene Kelly. Ano: 1956;
  2. Casablanca. Diretor: Michael Curtiz. Ano: 1942;
  3. Star Wars - O Império Contra Ataca. Diretor: Irvin Kershner Ano:1980;
  4. O Poderoso Chefão (I,II,III). Diretor: Francis F. Coppola. Ano: 1972, 1974 e 1990;
  5. E o Vento levou... Diretor: Victor Flemming. Ano: 1939;
  6. Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida. Diretor: Steven Spielberg. Ano: 1981;
  7. Cidadão Kane. Diretor: Orson Welles. Ano: 1941;
  8. Clube da Luta. Diretor: David Fincher. Ano: 1999;
  9. Dr. Fantástico. Diretor: Stanley Kubrick. Ano: 1964;
  10. A vida de Brian. Diretor: Terry Jones. Ano: 1979.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Novo Cd do Kiss

Matéria retirada do site Skol Beats

Kiss recicla fórmula de velhos clássicos em Sonic Boom

De volta aos estúdios, banda de rock prova que não perdeu a mão


Flavinha Campos

Passada mais de uma década sem lançar nenhum álbum de inéditas, o Kiss voltou à ativa no estúdio com promessas de um disco à moda antiga produzido pelo próprio Paul Stanley. Como disse o baixista e fundador do grupo Gene Simmons em entrevista: "Sem strings, teclados, sintetizadores, tamborins, nem nada - só carne e batatas". A princípio, a proposta parecia conversa fiada e a capa de Sonic Boom, que foi divulgada em agosto, um tanto feiosa. Porém, ao escutarmos a faixa de abertura, "Modern Day Dalilah", pela primeira vez, entendemos que Gene, Paul & Cia sabem o que estão fazendo, mesmo que eles tenham exagerado um pouco na conversa.

A faixa poderia bem ter saído do Cretures Of The Night (1982), além de sua qualidade sólida e fazer presença de peso logo de cara. Essa é pra agradar ao fãs. Nos primeiros acordes de guitarra da segunda faixa, "Russian Roulette", dá aquela sensação que é o Kiss de antigamente. As sapecadas do baixo de Gene entre os rifes dão substância à música, que pode até ser considerada a mais pesada aqui. Daí pra frente, o álbum parece realmente com os trabalhos do grupo do início dos anos 90, "Never Enough", "Yes I Know (Nobody's Perfect)", "Hot And Cold" e "Danger Us" poderiam muito terem aparecido em Revenge.

Já "I'm An Animal" é mais arrastada, remetendo ao som do grupo na época de Lick It Up (1983). A carismática "All For the Glory" traz a estreia de Eric Singer nos vocais principais em estúdio, numa canção original escrita por Paul feita para ele. Quem viu o show já sabe que o batera sabe cantar, pois, ao vivo, solta a voz em "Nothin' To Lose" e "Black Diamond". Em "When Lightning Strikes", Tommy Thayer surge como uma agradável surpresa no vocal principal. Na pegada do hard rock de refrão facinho para a massa cantar em grandes estádios e fazendo a linha "God Gave Rock'n'Roll To You", está "Stand", que promete agradar a mocinha, o garotão e o vovô, mas quem é fã do som mais pesado e substancioso do Kiss vai achar esse som meio poser.

Seguindo a mesma linha, mas com um nível mais elevado, "Say Yeah" fecha o disco com chave de ouro. O refrão cheio de yeah yeahs foi feito para ecoar na voz do povo em grandes estádios. O solo é incrível e a parte lenta passa rapidamente por um momento "God Gave Rock'n'Roll to You", mas sem exageros.

Assim como o último álbum do AC/DC, Black Ice, que soava exatamente como o AC/DC de sempre, Sonic Boom do Kiss parece com o Kiss de sempre. Algumas poucas músicas são mais semelhantes com o material do final dos anos 70 e início dos 80, mas a grande maioria já cai para a linha que o grupo seguia no início dos 90.

De qualquer forma, isso é ótimo, pois quem gosta de Kiss quer ouvir Kiss e não outra coisa que não sejam os clássicos. A cada faixa a impressão é de que já se escutou algo muito parecido anteriormente, praticamente quase todas remetem a um clássico do passado. Portanto, a originalidade passa longe das composições. O que neste caso é muito bom, porque Kiss é Kiss, o som tem que ser igual ao Kiss e não adianta inventar moda.


Artista:
Kiss
Álbum: Sonic Boom
Gênero: Rock'n'Roll; Hard Rock
Lançamento: Universal
Preço: sob consulta

TRACKLIST
1. Modern Day Delilah
2. Russian Roulette
3. Never Enough
4. Yes I Know (Nobody's Perfect)
5. Stand
6. Hot and Cold
7. All For the Glory
8. Danger Us
9. I'm an Animal
10. When Lightning Strikes
11. Say Yeah!

Download do Cd